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A Grande Jogada

Sobre aspectos psicológicos, leituras de mãos, e muito mais...........
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O Padrão comum como Resposta não é uma Resposta Válida

        Como nossa mente trabalha?

        Está é uma pergunta muito interessante, e responderá, perfeitamente, o porque das pessoas, verem somente aquilo que elas querem ver ou desejam ver. O intrigante de se notar aqui é, se você ensinar uma determinado padrão, a pessoa irá seguir esse padrão, sendo o único padrão que elas conhecem. Quando algo novo surge, raramente seu inconsciente pode lhe oferecer a resposta de aceitação, pois não está dentro de um padrão conhecido, se torna mais fácil negar do que buscar saber.

       Pra quem serve esse tópico? Para pessoas com maturidade dentro dos níveis 1 e 2 (as que reclamam, chorão e raramente fazem algo para mudar sua postura, o que indica um padrão comum que não é uma resposta adequada)

      Dito isto, é muito importante, principalmente para os iniciantes em qualquer tipo de novo conhecimento, terem uma introdução eficaz sobre aquilo que será aprendido, caso contrário, se algo novo surgir, a mente do cidadão irá negar, como inexistente a nova ideia.

      Allan Snyder é um perito em todo o tipo de expectativas em nossas cabeças. Chama-lhes propensões, ou melhor, rotinas de pensamentos inconscientes. Com allan Snyder iremos aprender que se aprendemos sozinhos  um determinado padrão ou nos é ensinado um determinado tipo de padrão, tendemos a ter dificuldades em aceitar algo novo que acabe surgindo, não por não gostarmos do novo padrão, mas por não compreendermos o novo padrão. As respostas mais típicas (nos níveis de maturidade baixo, que são os níveis 1 e 2), tendem a ser:

1.       Negação: É o ato de negar algo que desconhecem, algo que não gostam, ou não querem saber, entre outros motivos. Vamos abordar, a negação de algo fora de um padrão, que leva as negações abaixo:

Ø  Negar por Achar um absurdo ou erro o que lhe é mostrado, o que leva a pessoa a discordar de você e tentar lhe convencer do contrário, simplesmente por ter aprendido ou ter tido um conhecimento sobre um determinado padrão, do qual não consegue sair ou lidar. Lembrando que estamos falando de pessoas da níveis de maturidade entre 1 e 2.

Ø  Negar por motivos emocionais: Mudar de assunto, por diversos motivos como, não estar com cabeça pra isso no momento, ou simplesmente por ser uma pessoa com tendências a características betas, onde que se a conversa levar para um debate, prefere ficar na dele e no mundinho dele. Pessoas com maturidade entre 1 e 2, tendem a discordarem de forma pessoal, concordarem para se livrar da conversa ou continuar um assunto que acham interessante, ou buscam a saída que lhes traga mais benefícios a curto prazo.

Ø  Negar pelo que conhecem: Não aceitam pois o padrão de filosofia que lhes foi ensinado ou que conhecem, não lhes permite ver além do que veem, portanto é mais simples negar do que buscar saber mais sobre o que é dito.

Ø  Negar por causa do politicamente correto;

Ø  Negar por aceitar que todos pensam diferente, como se isso fosse um argumento válido.

Ø  Negar através da ironia que em muitos casos, podemos observar que fazem graça, tiram sarro.

      Não esquecendo que no caso de uma pessoa com maturidade 3 ou 4, onde tenta mostrar ou convencer alguém, sobre algo novo. Normalmente pessoas com maturidade entre 1 e 2, tem um padrão, que lhes foi ensinado, através das situações vividas e não através da obtenção de conhecimento, através de livros ou mesmo, de forma científica. É aqui onde mora o politicamente correto e as maiores asneiras que podem surgir. Vale notar que, para pessoas em níveis tão baixos de maturidade, qualquer coisa nova ou que esteja degraus acima no conhecimento, não é bem aceito. Como possuem tendências para levar para o lado pessoal, o que demonstra falta de equilíbrio e controle emocional, tendem a se afastar da pessoa simplesmente por ter uma opinião diferente. Aqui é onde encontramos o sectarismo, que implica, que se a pessoa não está na mesma página, a pessoa está contra ela. As piores brigas e discussões, acontecem nestes níveis de maturidade. Isso acontece, já que não conseguem ver além do padrão que lhes foi imposto, principalmente se foram deixados a obter conhecimento, somente através de experiências da vida.

     O teste de Allan Snyder é incrível. Ele aplica um teste com 27 equações, através de palitos de fósforo, com números romanos. Sendo o último diferente dos outros 26. O padrão que ele aplica é simples, a pessoa apenas tem que transformar um 10 em romano (que seria ‘X’) em um 5 (que seria V). As pessoas nos testes, no começo tinham alguma dificuldade em entender as contas, como por exemplo, resolva este problema mexendo apenas um dos fósforos:

I = IX – III  (neste caso, basta pegar o 10 em romano que é X e transformar em 5 que em romano é V, assim obterá a resposta, que seria I = IV – III.)

     São feitos 26 equações. Sua mente compreende o padrão, portanto a pessoa passa a responde-los com maior rapidez e exatidão.

    Isso é comparável a qualquer coisa que tu aprenda na vida, desde nadar, ou a ser um jogador de futebol. Ao descobrir um determinado padrão aquilo acaba se tornanda mais 'fácil' de fazer. Quando, um novo padrão surge, que  não foi mencionado no antigo padrão, o que acontece? Depois que aprender e compreender o padrão antigo, a pessoa tende a falhar com o novo padrão.

   Allan Snyder no teste 27, coloca a equação da seguinte maneira:

    VI = VI + VI

     Para responder a esse novo padrão, é necessário uma solução diferente, mas está pessoa já está cega a novas ideias. Em outras palavras, utilizar o mesmo padrão sempre, cega a pessoa a um novo padrão. Se por um longo tempo, usar um determinado padrão, maior será a dificuldade para aceitar um novo. Isso facilmente explica, o porque de pessoas de certa idade que aprenderam um determinado padrão sua vida inteira, a não aceitar algo novo, já que o padrão antigo está tão enraizado em seu ‘ser’ que é impossível ou praticamente impossível, a pessoa enxergar o novo padrão. E mesmo que ela enxergue o novo padrão, por ela estar tão acostumada com o antigo, a pessoa tenderia a tomar as decisões mais importantes baseadas no padrão antigo, principalmente em situações de risco ou alto risco, evitando o novo padrão.

       Pessoas com maturidade entre 1 e 2, além de não aceitarem um novo padrão, tendem a negá-lo de diversas formas como explicado acima sobre negação. Em minha opinião, por terem esse padrão, tendem a se afastar das pessoas por não concordarem com elas ou por não as aceitarem, exemplo clássico é o teísta que não aceita pessoas que são ateus ou de outras religiosos ou do ateu que não aceita qualquer teísta, por causa da posição teísta.

      Este nível baixo de maturidade (não gosto de dizer 'tolerância', tolerância é o resultado que é notado através da maturidade e conhecimento) , impede que as pessoas enxerguem além do que podem ver.

     Anthony Robbins é mundialmente conhecido, suas palavras são em favor da motivação, por outro lado, o que Anthony Robbins acaba ensinando, é as pessoas se abrirem a novas ideias, a novos padrões, desta forma, o mundo das pessoas que foram tocadas por sua palestra, muda. O que mudou foi a maneira de olhar o padrão, em outras palavras, o padrão que cega, passou a ser visto de maneira diferente. O bom dessas palestras é que, descobrimos como as pessoas tendem a se abrir a novos padrões:

> Porque elas querem ou necessitam;
> Pela dor, são obrigados a sair do padrão antigo

       Quando a pessoa não quer sair do padrão antigo, raramente alguém irá convencê-la.

     Esse é um exemplo clássico e simples de como as pessoas buscam por saídas, essas buscas por soluções a seus problemas (que geralmente são emocionais), está diretamente enraizados com um determinado padrão que aprenderam em sua vida, que a levou a ter esse 'vazio emocional'.

       Da mesma forma que para resolver a equação acima a pessoa precisará de um novo padrão, ela raramente irá conseguir sozinha (com suas próprias forças), o que implica que o que foi ensinado para a pessoa, possuí gaps, brechas, falta de informação, que geraram esse tipo de padrão que é aceito como verdadeiro, que trouxe esse 'negar' ou problema, ao se deparar com uma nova situação, da qual não possuí conhecimento algum.

       O problema está ligado diretamente, com o primeiro contato em relação a algum padrão que foi aprendido em primeiro lugar. Quanto mais cedo é aprendido um padrão, maior será a chance desse padrão ser enraizado no individuo. Tem uma frase que diz assim:

'Ensine algo para uma criança e ela fará justamente aquilo que lhe foi ensinado.'

      O principal problema em relação a isso, são diversos. Os pais se acham no direito de querer que as crianças sejam e façam o que eles fazem ou querem que elas façam. Este nível é profundo, pois a maioria dos pais não possuí maturidade suficiente para ser Pai ou Mãe. Como podem oferecer algo, que nem sabem o que seria?

      Esses pais seguiram o padrão que lhes foi deixado, o padrão mais baixo, nos níveis de maturidade é o que impede de que o padrão como um todo seja ensinado, o padrão que é passado, são retirados desse 'todo' adicionado com o que os pais acreditam.

Quando os Pais podem oferecer um padrão decente para seus filhos?

      A partir do momento que possuem o nível de maturidade 3 ou 4. Quanto maior a maturidade e conhecimento, maiores são as chances dos filhos serem mais felizes, saberem o que querem, seguirem um caminho escolhido por eles e não, aquele que são obrigados a engolir. Como a família que obriga o filho(a)s a serem Religiosos ou ateus.

       Quando a explicação e o conhecimento de um padrão, não abrange o máximo de possibilidades , tendemos a enxergar apenas uma fração desse padrão e aceita-lo essa 'parte' como verdadeira, em níveis mais baixos de maturidade, o que leva muitos a dizer frases como:

‘As pessoas enxergam apenas aquilo que querem ver’

     É claro que a frase acima está ligada diretamente a um padrão falho, que também se remete ao lado emocional em como a pessoa se sente em relação a algo ou alguém. Não são as pessoas que enxergam apenas aquilo que elas querem ver, mas sim, elas foram influenciadas por seu ambiente, desde professores, pais, amigos, conhecimentos, experiências, etc.

Não é a pessoa que enxerga apenas aquilo que ela quer ver, mas sim, ela enxerga apenas o padrão que lhes foi ensinado.

      O problema não é a pessoa, e sim é o padrão falho ensinado.

      Quais as saídas caso a pessoa esteja em um padrão falso ou apenas com parte de um padrão?

      Entender os sinais que  lhe mantém presa em um determinado padrão. Bem isso não é difícil de entender ou compreender. As frases, comportamentos e características são bem visíveis, por exemplo, aqui vai algumas:

1.       Não compreender uma opinião diferente da sua, neste caso, levando a brigas, discussões.
2.       O que você conhece e sabe, é uma verdade absoluta.
3.       Seus argumentos tendem a ser argumentos emocionais, tais como, entre o certo e o errado prefiro aquilo que me faça feliz.
4.       Demora exagerada em aceitar as cosias quando dão errado ou não saí da maneira como queira.
5.       Ter ataques de raiva, ou tendências a agressões físicas e verbais.
6.       Não aceitar alguém, somente por essa pessoa ter uma vida diferente da sua, como por exemplo, teístas x ateísta. A pessoa te isola ou se afasta, por sua tendência a ser ateu ou religioso.
7.       As pessoa se afastam de você, por ser uma pessoa muito argumentativa. Isso implica que neste caso, você estaria passando dos limites em suas argumentações.

Entre diversas outras.

Como você quebra esse padrão falso que sem dúvidas trará mais problemas do que soluções?

Ø  Adquirindo novos conhecimentos, principalmente sobre o novo padrão que foi apresentado;.
Ø  Aprendendo a questionar antes de negar;

São antídotos simples, mas deverás funcional.

Adquirindo novos conhecimentos

        Pessoas que buscam novos conhecimentos, tendem a ser pessoas com uma maturidade maior que as pessoas comuns, sendo assim, são bem vistas por pessoas que possuem uma maturidade de nível 3 e 4. São pessoas que possuem uma visão do mundo bem diferenciada e buscam sempre alcançar o melhor de si mesmas. Quando essas pessoas atingem seu ápice de conhecimento, parece que nós somos meros ‘mortais’ perto delas, é como se aquilo que elas fizessem fosse mágica ao nossos olhos, mas o que não passa de uma obtenção de conhecimento profundo sobre um determinado assunto, dando essa impressão de Gênio ou algo maravilhoso e extraordinário.

     Para pessoas em níveis de maturidade inferior, sendo 1 e 2 de preferência, a maneira mais eficiente de convencê-los é a partir do exemplo ao invés de palavras. Pois essas pessoas tendem a tomarem decisões baseadas em como elas se sentem, pessoas que preferem decisões positivas e que tragam emoções e sensações de prazer e satisfação, tendem a preferir o exemplo do que palavras e raramente estão abertas para argumentações, que sem dúvida é o oposto de pessoas que buscam ser melhoras, estás pessoas procuram por decisões racionais, que tendem a não serem baseadas somente em emoções. Ou seja, tendem a preferir o melhor resultado a médio e longo prazo, que é justamente o oposto de pessoas que tendem a tomar decisões emocionais, desta forma preferindo tudo aquilo que traz prazer e satisfação a curto prazo. Raramente estão satisfeitas, pois sempre precisam, preencher o agora, caso contrário, terão que enfrentar o vazio emocional, para não enfrentar o vazio emocional, aceitam o que víer, utilizando de grande forma, indiretas, palavras para um futuro positivo, do tipo:

'O que é meu está guardado.' ou 'O que é meu, está esperando por mim'.

      São resposta para resolver um problema a curto prazo, o que acaba indicando uma pessoa que tem tendências a tomar decisões a curto prazo. Com grande Facilidade, terá dificuldades com criticas, opniões diferentes, tendendo a usar como arma o ataque como melhor defesa. Quando isso acontece, significa que na maioria das vezes ou em sua totalidade, a pessoa estará errada, e como não quer admitir isso, prefere atacar, usar indiretas, até mesmo agressões. Se conhecer alguém que chegar a esse ponto, saiba que ela está no modo de defesa, a única coisa que resta para a pessoa é te tirar de seus estado racional, te atingindo de forma emocional, fazendo a conversa ficar uma bagunça, desta forma, você perderá sua razão. Por isso tenha maturidade e conhecimento, sem isso, não irá perceber momentos como esse.

     Adquirir novos conhecimentos é muito importante, mas saiba ser seletivo na nova obtenção de conhecimentos, caso contrário ficará vagando entre muitos campos, seja seletivo em sua aprendizagem. Ficaria sem sentido aprender 10 áreas diferentes ganhando 1000 por mês em apenas uma área de conhecimento, do que se especializar em uma área e ganhar 10 000 por mês.  Procure por novidades que lhe ajude a ver além do padrão que lhe foi ensinado, assim conseguirá liberdade.

Questionar antes de negar

       Outro fator que demonstra maturidade, é quando a pessoa não sabe sobre algo, e ao invés de negar, virar a cara, mudar de assunto, a pessoa questiona para saber mais. Além de demonstrar empatia, demonstra interesse, que é justamente o tipo de pessoa que os RH de todo o Brasil, possuem preferência. Esse tipo de atitude demonstra, maturidade, em outras palavras, a pessoa não depende tanto das emoções para controlar sua vida e ainda por cima, indica que a pessoa provavelmente sabe lidar com horários, com criticas e problemas, com padrão ruins ou funcionários manipuladores. Sem contar que pessoas que questionam antes de negar, tem a tendência a possuir uma vida social e um círculo social mais ativo, o que é bom para a empresa (se ela estiver contratando).

       Antes de Negar algo questione, caso contrário estará fazendo uma grande injustiça, somente por negar algo sem conhecer. Outro ponto importante é saber usar a ferramenta chamada C&A, que é a melhor ferramenta para as situações complicadas, chamadas concorde e amplifique, dentro dessa ferramenta temos a opção C&D que é, concorde e discorde, sendo a melhor forma de discordar de alguém.

     Dito tudo isso, chegamos ao ponto crucial.

      Todo novo padrão deve ser ensinado levando todas as possibilidades, desta forma mantendo um contexto e suas informações. Quando um padrão falso é ensinado (falso no sentido de faltar informações), tendendo a ter uma visão centrada, sem levar em consideração as outras possibilidades,  contra esse padrão, procure se afastar, a longo prazo são prejudiciais.

       A forma mais eficiente de sair de um padrão ou tentar sair é se perguntar o que precisa fazer, para conseguir ver a resposta que não vê no momento ou que não possuí olhos para ver.

     É assim que evoluímos.

     Doutor Allan Snyder diz que para que a pessoa consiga ver o novo padrão, basta reiniciar a área em seu cérebro (reinicia-la sem perder as informações que obteve) que são responsáveis por esse padrão.

     O doutor a fazer esse processo, a pessoa  conseguiu ver o novo padrão com facilidade, e assim, se sair melhor na nova situação em sua frente. Isso vale para qualquer área.

    Isso implica que para sair do padrão é necessário revisar o material de estudo que levou a ter o padrão no momento, desde o começo. Essa é a melhor forma de evoluir naquilo que tu faz.

    Principalmente se não possuir muito experiência na área em que se encontra.

     Eu lhe garanto que, buscando essa forma, irá se afastar do padrão que lhe prejudica e tirará as correntes de seus braços, desta forma, sendo uma pessoa mais criativa e com tendências para o sucesso. Eu disse tendências, adquirir o sucesso faz parte do processo, de sair de um determinado padrão.

Resposta da equação demonstrada acima (VI = VI + VI) é VI = VI = VI, basta transformar a cruz do mais (+) e transformá-la em igual (=). Agora além de trocar X por V ou vice-versa, um terceiro padrão foi acrescentado, da mesma forma que existem diversos outros padrões que poderiam ser acrescentado. Por isso os profisisonais do pôquer sempre falam, procure ler e buscar informação o máximo que puder, em livros, vídeos, artigos e em experiências. Caso não faça isso, permanecerá no mesmo padrão, isso implica ficar no mesmo lugar.

Obrigado por Ler

Atenciosamente Gabriel Melo

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