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Rascunho de Player - Reifael

Um entusiasta jogador, fascinado por aprender.
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Hoje, um homem formado, com 25 anos de idade e discernimento suficiente para decidir o que é certo e o que é errado. O ‘baralho’ NUNCA esteve na classe das coisas erradas. NUNCA.
E foi assim que cresci, por consequência, assim aprendi a jogar e admirar Poker.


Boas tardes, noites, dias para todos!


Sou Rafael, mais um entusiasta desse magnífico esporte, chamado poker. Como estreia nesse espaço, resolvi dividir como cresci e o quanto minha criação contribuiu para hoje estar escrevendo isso. (Não, não é um diário de infância.rs)

Pois bem, ainda bem pequeno (cerca de 6 ou 7 anos), mal sabia fazer contas e lá vinha meu avô com o clássico baralho 157 da Copag no bolso e chamando eu e meu irmão (3 anos mais novo) para ensinar a jogar um pouco. Naquela época, aprendemos truco, sueca e escopa, cada qual com um estilo próprio, uns que priorizavam as contas mirabolantes, leitura do jogo, outros que além disso tudo ainda pediam certa agressividade.

E assim foram, quase os todos os finais de semana desde então, sempre que encontro meu avô, ele está com um baralho novo no bolso e faz questão que joguemos com ele partodas melhor de 3, quando perde, vira melhor de 5, depois melhor de 7 e assim vamos até que ele vença pelo casaço. Hehe

Sempre ouvi falar desse tal poker, mas ainda não havia tido a curiosidade sufiiciente de ir atrás e descobrir do que realmente se tratava. Pra mim, não passava de mais um jogo de baralho, um que meu vô não jogava, portanto, não me interessava nada. Até que em 2011, começam a surgir noticias de um brasileiro campeão mundial de poker, nem sabia que existia campeontao organizado disso, era um tal de Andre Akkari, um sujeito meio doido no meio de um casino em Las Vegas, gritando feito louco, digo, feito brasileiro. Gostei daquilo, resolvi saber como funcionava aquele jogo.

Desde de ali, encontrei o site da PS, baixei o software, aprendi as regras e fui brincando. Tempos depois percebi que era muito mais que um simples jogo de cartas, fui lembrando das contas da escopa e sueca, vendo que a tal agressividade do meu truco, poderiam servir de algo e que além disso tudo, precisava de alguma paciência e estudo, muito estudo.
Até hoje, ainda estudando e aprendendo a cada dia que jogo poker. Mais que cartas, uma verdadeira filosofia de vida. Paciência, sabedoria, diversão e por incrivel que pareça ainda te um jogo por trás disso.


Sigo jogando meu vô sempre que posso.
Abraços, até a próxima.

Reifael

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